Melhorando os Serviços de Saúde para as Mulheres


A Suprema Corte do Brasil realizou audiências públicas em 3 e 6 de agosto para um caso marcante, a ADPF nº 442, que busca descriminalizar o aborto no primeiro trimestre de gravidez. Especialistas internacionais e nacionais foram convidados a apresentar suas posições sobre a descriminalização perante a Corte, incluindo advogados, provedores de saúde, pesquisadores, acadêmicos, defensores dos direitos das mulheres e líderes religiosos.


O Festival Pela Vida das Mulheres foi organizado em Brasília ao longo das audiências, para ampliar a voz dos brasileiros que apoiavam a descriminalização do aborto. Ativistas protestaram em frente à Suprema Corte e participaram de oficinas, eventos culturais e artísticos. Como parte do festival, o Bloco A reuniu um painel de especialistas composto por acadêmicos, ONGs brasileiras, grupos de direitos das mulheres, provedores de saúde e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) para examinar iniciativas destinadas a melhorar a prestação de serviços de saúde reprodutiva no Brasil e discutir barreiras e soluções em andamento. As sugestões incluíam a necessidade de reduzir o estigma e a discriminação dos provedores de saúde por meio de oficinas de sensibilização e desenvolver a capacidade clínica de estudantes de enfermagem, psicologia e medicina em serviços de saúde sexual e reprodutiva.


O Bloco A incorpora o feedback desses tipos de eventos para informar e refinar nossos estratégia. Isso nos ajuda a garantir que nossa abordagem seja centrada na mulher, apropriada ao contexto, alinhada aos parceiros e impactante.